Teatro Oi Casa Grande
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Dona Baratinha - O Musical




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

Dançando no Escuro




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

BIBI, uma vida em musical



Um tributo inédito à maior estrela do teatro nacional que está em cena há 76 anos


“Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. É assim que Bibi Ferreira, 95 anos, 76 como atriz, cantora, diretora e produtora, se descreve.


A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou.


E assim é BIBI, uma vida em musical, um espetáculo inédito, escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, sob direção geral de Tadeu Aguiar, que tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.


Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da lei Rouanet, o musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas [espetáculo "Excepcionalmente Normal" e diversos shows de Thereza Tinoco e Áurea Martins].


A atriz paulistana Amanda Acosta será Bibi. Ela foi Eliza Doolittle na montagem paulista de “My Fair Lady” de 2006, o mesmo papel que Bibi Ferreira fez na primeira montagem brasileira da peça americana. Amanda foi integrante do Trem da Alegria, de 1988 a 1992, quando o trio se desfez. Atriz de cinema e TV, ela fez no teatro musical “Essa é a nossa Canção”, “Baby, o Musical” e “4Faces do Amor”, todas sob direção de Tadeu Aguiar. Mais 18 atores integram o elenco [abaixo].

Em BIBI, uma vida em musical, a história familiar, profissional e amorosa da artista se enredam. A formação em música, dança e línguas estrangeiras foi estimulada pela mãe Aida Izquierdo, bailarina espanhola. A estreia profissional no teatro, aos 19 anos, foi pela mão do pai, o ator Procópio Ferreira, em papel escrito por ele para a filha. Assim, o musical percorre todas as fases da vida de Bibi, da escolha do seu nome, sua preparação para os palcos, os espetáculos musicais como os inesquecíveis “Gota d’Água”, de Paulo Pontes e Chico Buarque, “My Fair Lady”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção”, seus casamentos, o nascimento da filha única, Tina Ferreira, as viagens para Portugal e Inglaterra a trabalho, a homenagem da escola de samba Viradouro até sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.

Artur Xexéo [“Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva e Herivelto”, “Hebe, o Musical”] avalia a importância de Bibi Ferreira na profissionalização do ator no Brasil, em relação ao seu ofício. “Em relação ao teatro musical, ela foi, sem dúvida, a primeira atriz brasileira pronta para o gênero. Antes dela, havia as vedetes de revista, não necessariamente atrizes, diz o coautor do texto.

Sob direção musical de Tony Lucchesi [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”], oito músicos interpretam 33 canções, das quais cinco foram criadas para o espetáculo, letra e música, por Thereza Tinoco [suas composições foram gravadas por Simone, Ney Matogrosso, Lucinha Araújo, entre outros. Sua canção O Viajante foi tema do personagem de Tony Ramos, na novela Baila Comigo, da TV Globo. Compôs para vários infantis, para "Fica Combinado Assim", de Herval Rossano, e dois números musicais para Bibi in Concert Pop, III, a pedido de Bibi Ferreira].

BIBI, uma vida em musical tem direção geral de Tadeu Aguiar [“Quase Normal”, “Ou tudo ou Nada”, “Essa é a nossa Canção” , “4Faces do Amor”, “Para sempre ABBA”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”], que montou todo o elenco e equipe técnica.

Elenco [ordem alfabética]Amanda Acosta, Analu Pimenta [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, Beatles num Céu de Diamantes”, “Para sempre Abba”], André Luiz Odin [“Mamonas – o Musical”, “Alice”], Bel Lima [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”], Caio Giovani [“Love Story, o Musical”], Carlos Darzé [“Enlace – A Loja do Ourives”, “Curral Grande”, do Coletivo Ponto Zero], Chris Penna [“Yank – o Musical”, “Beatles num Céu de Diamantes”, “Garota de Ipanema – O Amor é Bossa”, “Chacrinha – O Musical”], Fernanda Gabriela [“Yank – o Musical”, “Todo Vagabundo tem seu Dia de Glória”, “Ordinary Days”, “Andança – Beth Carvalho, o Musical”, “Efeitos de Borboleta”, monólogo musical], Flavia Santana [“Love Story, o Musical”, “Zeca Pagodinho – uma História de Amor ao Samba”], Guilherme Logullo [“Garota de Ipanema – O Amor é Bossa”, “Elis, a Musical”, “Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera”], João Telles [“A Peça ao Lado”, “Ubu Rei”, “Godspell”], Julie Duarte [“Rapsódia – O Musical”, “Estúpido Cupido”, infantis “Os Músicos de Bremen”, “A Bela e a Fera”, “Os Saltimbancos”], Leandro Melo [“Yank – O Musical” e “Rio mais Brasil – O Nosso Musical”, “Satã, um Show Para Madame”, solo musical, “Elis, a Musical”, “O Primeiro Musical a Gente nunca Esquece”], Leo Bahia [“Chacrinha – O Musical”, “The Book of Mormon”, “O Mambembe”, “Ponte Golden Gate”, “Gabriela, um Musical”], Leonam Moraes [“Chacrinha – o Musical” na turnê recente, “Andança – Beth Carvalho, o Musical” e “Cartola – O Mundo é um Moinho”], Luísa Vianna [“Não Vamos Pagar!”, “Gabriela, um Musical”, “The Book of Mormon”], Moira Osório [Chapeuzinho Vermelho – Como Você Nunca Viu, o Musical”], Rosana Penna [“Carrossel, o Musical”, “Nuvem de Lágrimas – o Musical”], Simone Centurione [“Liza por Elas”, “O Som da Motown”, “Como Eliminar seu Chefe”].

CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS
www.bradescoseguros.com.br/circuito_culturalManter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Circuito Cultural Bradesco Seguros. Nos últimos anos, o Grupo Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Mudança de Hábito”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis - A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella” e “Wicked”, além da “Série Dell'Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição “Cavaletes de Cristal de Lina Bo Bardi no MASP”.

Teatro Oi Casa Grande


Av. Afrânio de Melo Franco, 290 | Leblon – RJ | 21 2511 0800

Quinta e sexta 20h30 | Sábado 17 e 21h | Domingo 19h

Capacidade 926 lugares

Plateia VIP R$ 150 (inteira)
Plateia Setor 1 R$ 120 (inteira)
2º piso
Camarote R$ 150 (inteira)
Balcão 2 R$ 90 (inteira)
Balcão 3 R$ 50 (inteira)

Vendas tudus.com.br

FICHA TÉCNICA – BIBI, uma vida em musical
Autores Artur Xexéo e Luanna Guimarães
Direção Tadeu Aguiar
Direção musical Tony Lucchesi
Música original Thereza Tinoco

Duração 140 minutos
Indicação Etária 10 anos

Cenário Natalia Lana
Figurino Ney Madeira e Dani Vidal
Coreografia Sueli Guerra
Desenho de luz Rogerio Wiltgen
Desenho de som Gabriel D’Ângelo

Assistência de direção Flavia Rinaldi
Assistência de coreografia Olivia Vivone
Assistência de direção musical Alexandre Queiroz
Assistência de iluminação Wagner Azevedo

Coordenação de produção Eduardo Bakr

Produção geral Cláudia Negri
Realização Negri e Tinoco Produções Artísticas




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

Alma Imoral

Quando digo na peça que 'não há repetição' é a pura verdade. Há oito anos em cena com o espetáculo, cada dia é um dia, pois a platéia também nunca se repete. Cada novo olhar significa a possibilidade de um novo entendimento que se abre em mim, mantendo a síntese teatral viva. Então, um novo tom me surpreende, uma nova atitude minha, um novo 'desarmamento' acontece. Palavra que Amir Haddad gosta tanto de usar e que expressa tão bem a relação que tenho tido com a plateia: estamos nos desarmando constantemente, pois o dia a dia tende a nos 'armar', ao invés de nos aproximar para nos 'amarmos mutuamente'. (Clarice Niskier)

“A Alma Imoral (...) é um daqueles mistérios abençoados pelos deuses do teatro de tempos em tempos” (Dirceu Alves, Isto É Gente e Veja SP) “O momento perfeito chegou para Clarice Niskier – beleza de atriz - em A Alma Imoral.” (Jefferson Del Rios, O Estado de São Paulo) “Boa reflexão de Clarice sobre seu judaísmo budista (...) É um trabalho cuidado, medido e interessante”. (Barbara Heliodora, O Globo) “Clarice dialoga intimamente com o público, torna tudo muito acessível e lógico e oferece um verdadeiro banquete à platéia. É teatro da melhor qualidade servido com generosidade.” (Debora Ghivelder, Veja Rio) “Delicado e sensível espetáculo teatral, no qual a qualidade do texto e a presença de Clarice Niskier são traduzidas em celebração cênica” (Macksen Luiz) “Clarice reparte com a platéia o que de melhor possui e por isso saímos tão enriquecidos desta inesquecível ceia”(Lionel Fischer)

Comemorando 0nze anos consecutivos em cartaz em 2017, desde sua estreia em 2006, “A ALMA IMORAL”, de Clarice Niskier, já ultrapassa a marca dos 400.000 espectadores. A peça vem se apresentado com êxito para as mais variadas platéias – desde apresentações intimistas em pequenas salas até sessões ao ar livre para platéias com mais de 1.000 pessoas, como na Virada Cultural de São Paulo, em 2012.

O texto da peça é uma adaptação de Clarice Niskier para o teatro, a partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder. A supervisão da montagem é de Amir Haddad. A atriz adaptou o texto com “o objetivo de mobilizar o pensamento e a emoção do espectador contemporâneo”, o que vem de fato acontecendo desde a sua primeira temporada, em meados de 2006 no Rio de Janeiro, quando estreou numa pequena sala de 50 lugares e de lá seguiu para um teatro de 400 lugares, onde chegou a ficar em cartaz de terça a domingo. E dali ganhou o Brasil, em teatros de Norte a Sul do país.

Depois dos 14 meses iniciais no Rio, partiu para uma tournée nacional, ocupando 29 salas com diferentes capacidades e perfis, e obtendo sempre a mesma resposta calorosa do público. Belém, Recife (Festival do Recife), Brasília, Belo Horizonte, Divinópolis, Ouro Preto (Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana), Niterói, Angra dos Reis (Festival de Angra), Resende (Festival de Resende), Nova Iguaçu, Petrópolis (Festival de Inverno), Porto Alegre, Garça, Catanduva, São José dos Campos, Vitória (Festival de Vitória), Curitiba (Festival de Curitiba), São Paulo (Teatros Eva Herz, Augusta e Cultura Artística), Piraju, Americana, Lençóis Paulista, Botucatu, além do Rio de Janeiro, onde estreou e retornou em outubro de 2011, para o Teatro Leblon. Em 2012, A Alma Imoralreinaugurou o Teatro Serrador, no Centro do Rio, onde realizou uma temporada popular com enorme sucesso. Ao longo de 2013 e no primeiro semestre de 2014, seguiu em novas temporadas no Rio, em São Paulo e retornou ainda às cidades de Porto Alegre, Teresina, Maceió e Salvador.

“No teatro é sempre a primeira vez. Quando me perguntam como é possível fazer uma peça tanto tempo sem se cansar eu respondo: assim como é possível amar tanto tempo a mesma pessoa sem se cansar. Nesse caso o tempo é muito subjetivo. Se a relação está viva, está viva. Dá trabalho, mas não cansa. Assim é na Alma Imoral. Eu amo esse trabalho, esse texto. Que vocês se sintam vivos diante de mim. Assim como tenho vontade de me sentir diante de vocês: viva.”, afirma Clarice.

A peça fechou seu primeiro ano em cena com três indicações ao Prêmio Eletrobrás de Teatro (melhor atriz, melhor peça e melhor figurino) e chegou ao segundo com duas indicações ao Prêmio Shell (melhor atriz e melhor figurino), tendo vencido na categoria de Melhor Atriz. Foi ainda contemplada em 2007 pelos Prêmios Caixa Cultural e Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatro, e em 2008 pelo Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz.

Depois de dois anos sem se apresentar no Rio, a peça retorna em 2018 à cidade, para uma curta temporada, às quartas feiras, no Teatro Oi Casa Grande, Leblon – Rio de Janeiro; de 10 de janeiro à 7 de fevereiro de 2018, serão apenas 5 apresentações na cidade em 2018; em seguida sairá em excursão pelo Norte e Nordeste do Brasil.

SINOPSE DA PEÇA

A peça desconstrói e reconstrói conceitos milenares da história da civilização - corpo e alma, certo e errado, traidor e traído, obediência e desobediência.

Sozinha no palco, Clarice Niskier está em contato direto com a plateia, sem fazer uso da chamada “quarta parede”. Para contar histórias e parábolas da tradição judaica, a atriz vale-se somente de uma cadeira phanton preta e um grande pano preto que, concebido pela figurinista Kika Lopes, transforma-se em oito diferentes vestes – mantos, vestidos, burcas, véus. O espaço cênico concebido por Luis Martins é limpo e remete a um longo corredor em perspectiva.

Clarice optou por não trabalhar com uma direção teatral no sentido tradicional, mas com a supervisão de Amir Haddad, que já vem fazendo este trabalho com alguns atores. “Super-visão pode significar uma visão maior ou superior, capaz de desvendar coisa que outros olhos mortais não conseguiriam ver. Assim como o super-homem (citado no espetáculo) com sua visão de raio x. Mas também pode significar uma sobre-visão, uma visão de cima, das coisas que estão acontecendo. Por exemplo: ‘A terra é azul’ disse Gagarin, sobrevoando o planeta. O que eu faço com a Clarice, bela atriz, mulher corajosa, procurando o seu lugar, é tentar dar a ela a visão de quem está de fora, e às vezes de cima, para melhor poder entendê-la e orientá-la na manutenção de sua órbita. Me dá mais prazer observar e ajudar um ator no divino exercício do seu ofício do que inventar efeitos de som e luz e algumas marcações e depois anunciar: ‘o diretor’. Sonho com um ator dono do seu próprio texto e dessa maneira, capaz de iluminar o texto de outrem pelo embate de suas idéias.”, propõe Amir.

FICHA TÉCNICA:
Autor do Livro “A Alma Imoral” – Nilton Bonder
Adaptação, Direção e Interpretação – Clarice Niskier
Supervisão de Direção Amir Haddad
Iluminação – Aurélio de Simoni
Figurinos – Kika Lopes
Cenário – Luiz Martins
Música Original – José Maria Braga
Assessoria de Imprensa: JSPontes/Stella Stephany
Realização Niska Produções Culturais
Não recomendado para menores de 18 anos.




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

Guilherme Arantes “Flores e Cores”

Aos 41 anos de carreira, este é o 27º álbum, o 21º trabalho autoral de inéditas, que sai após quatro anos desde o último lançamento, “Condição Humana”.



Um disco “ensolarado”, com letras alegres e “alto astral”, com uma certeira sonoridade “vintage” que deve agradar diretamente não só ao público tradicional do cantor, mas também a várias gerações. Gravado no Estúdio do artista na Bahia, com muitos vocais femininos, um forte acervo de arranjos de cordas, e contando com os mesmos músicos do legendário disco anterior, o Condição Humana, de 2013.

O repertório compreende: quatro canções dançantes ao estilo “pop”, com fortes acentos dos anos 70 e 80 (“A Árvore da Inocência”, “Flores e Cores”, “A Simplicidade é Feliz” e “Chama de um Grande Amor”), três baladas clássicas, semi-eruditas, cujos embriões são datados do final da década de 60 e início da década de 70 e que foram concluídas só agora (“Meu Jardim do Éden”, “Sodoma e Babel” e “Happy Days”), uma balada nova com forte acento do Rock progressivo (“Semente da Maré”), uma balada espiritual somente em voz e piano (Santiago), duas canções praieiras (um shuffle suingado, “Numa Onda, nada no mar” e a jazzística “Praia Linda” – esta, com influência do R&B brasileiro setentista) e a latina “Mais Raro Tesouro” , uma curiosa mistura latina de cumbia e huayño com música flamenca.



Guilherme Arantes (voz, piano acústico, piano Fender, clavinet Honner, orgão Hammond e teclados) sobe no palco acompanhado por uma super banda formada por Luiz Sérgio Carlini (guitarra, violões e lap steel guitar), Gabriel Martini (bateria, cajon e percussões), Willy Verdaguer (baixo) e Alexandre Blanc (guitarras e violões).

O artista conta com mais de 970 mil pessoas na sua fanpage no Facebook e tem um dos maiores engajamentos da plataforma.
www.guilhermearantes.com.br

www.facebook.com/guilhermearantesoficial

Serviço:


Teatro Oi Casa GrandeAv. Afranio de Melo Franco, 290
Bilheteria : 2511-0800
Única apresentação : dia 15/dezembro/2017

Preços:


1) Plateia VIP (filas A a L) R$130,00
2)Plateia Setor 1 (filas M a T) R$110,00
3)Camarote: R$130,00
4)Balcão 2 (filas A a J) R$90,00
5)Balcão 3 (filas K a N) R$70,00




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

Bibi Ferreira em Por Toda a Minha Vida



A novidade é que Bibi volta ao cancioneiro brasileiro, vem matar as saudades das nossas grandes canções, mas em seu novo espetáculo, Bibi celebra os vários encontros que teve durante sua carreira, os encontros que teve pela vida, uma homenagem aos amigos, aos artistas, aos próximos. Bibi quer celebrar as pessoas.

A ideia surgiu nesse período de comemoração dos 75 anos de carreira de Bibi, pois muito foi falado, muito foi mostrado, muito foi perguntado. Na cabeça de Bibi, um grande passeio pela carreira. Lembrou de muitos momentos, de muitas passagens da sua carreira, e percebeu que em toda a sua vida, teve pessoas muito especiais, cuidadosas e interessadas no seu entorno, sempre destacando a importância dos seus pais. E lembrando essas pessoas e esses momentos, que Bibi cria a estrada que conduz seu novo espetáculo. São novas e velhas historias. São novas e velhas canções.

Artisticamente falando, Bibi continua trabalhando em parceria com seu maestro Flavio Mendes e seu empresário Nilson Raman, na seleção das canções, na seleção das historias e no estudo do roteiro. A "costura" como diz Bibi.



No palco, Bibi será acompanhada por onze músicos, contando com o maestro que também é o violonista. No momento Bibi estuda a cor do seu novo figurino e faz surpresa para todos. Já escolheu brincos grandes e uma bela pulseira, com muito brilho.

Nas canções, encontramos lembranças de Noel Rosa, Carmen Miranda, Dolores Duran, Maysa, Eliseth Cardoso, Clara Nunes, Araci de Almeida, Dalva de Oliveira, Nora Ney, Tom Jobim, Baden Powell, entre outros nomes.

Nas historias, vamos ouvir falar de Procópio e Dona Aida, pais de Bibi, claro, por considerar os grandes responsáveis por ter se tornado quem ela é, mas também vamos ouvir falar, alem dos artistas já citados acima, de Paulo Pontes, Gianni Ratto, Dorival Caymmi, da Rua da Quitanda, de Carmen Santos, Abigail Maia, Silvia Teles, Antonio Maria, Ronaldo Bôscoli, Maria Bethânia, Clara Nunes, Flávio Rangel, Vinicius de Moraes, e assim vai, por toda a sua vida.

BIBI, POR TODA A MINHA VIDA estreia dia 11 de novembro no Teatro Oi Casagrande, para temporada de quatro semanas, ate dia 3 de dezembro, com apresentações aos sábados as 21 hs e domingos as 19 hs.

Direção Musical e Arranjos: Flavio Mendes
Iluminação: Bibi Ferreira e Marcio Lima
Cenário: Alexandre Murucci
Produção Executiva: Cleusa Amara

Serviço
Teatro Oi Casa Grande
Av. Afranio de Melo Franco, 290. Leblon
Tel. 2511-0800
Bilheteria: de terça a domingo a partir das 15h
Todos os cartões
Não aceita cheques

Preços:
Plateia VIP - R$180,00
Camarote - R$180,00
Plateia Setor 1 - R$150,00
Balcão 2 - R$120,00
Balcão 3 - R$100,00




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

TALKSHOW com Eduardo Sterblitch

Sterblitch não tem um talkshow.Com o formato em alta entre os humoristas,Edu tomou a liberdade de fazer um.
No teatro. Seu lugar preferido.Do seu jeito, por conta própria, onde osentrevistados estão na platéia e a grande atração da noiteé o público.

Sterblitch se diverte com o gênero corrente na tv.Em uma estrutura básica que se adapta completamente a cada lugar,fazcom que o personagem principal da noite seja a cidade,representada pelaplatéia ali presente.

Assim como é de lugar comum nesses programas,tambémtemosuma super banda,formada tão somente por Eduardo Capello,responsável por todas as intervenções musicais.

Sterblitch não tem um Talkshow. O programa que ele não tem na TV, mas tem no teatro




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

POR TODA MINHA VIDA

Após comemorações, Bibi se prepara para estrear seu novo espetáculo.

A novidade é que Bibi volta ao cancioneiro brasileiro, vem matar as saudades das nossas grandes canções, mas em seu novo espetáculo, Bibi celebra os vários encontros que teve durante sua carreira, os encontros que teve pela vida, uma homenagem aos amigos, aos artistas, aos próximos. Bibi quer celebrar as pessoas.

A ideia surgiu nesse período de comemoração dos 75 anos de carreira de Bibi, pois muito foi falado, muito foi mostrado, muito foi perguntado. Na cabeça de Bibi, um grande passeio pela carreira. Lembrou de muitos momentos, de muitas passagens da sua carreira, e percebeu que em toda a sua vida, teve pessoas muito especiais, cuidadosas e interessadas no seu entorno, sempre destacando a importância dos seus pais. E lembrando essas pessoas e esses momentos, que Bibi cria a estrada que conduz seu novo espetáculo. São novas e velhas historias. São novas e velhas canções.

Artisticamente falando, Bibi continua trabalhando em parceria com seu maestro Flavio Mendes e seu empresário Nilson Raman, na seleção das canções, na seleção das historias e no estudo do roteiro. A "costura" como diz Bibi.

No palco, Bibi será acompanhada por onze músicos, contando com o maestro que também é o violonista. No momento Bibi estuda a cor do seu novo figurino e faz surpresa para todos. Já escolheu brincos grandes e uma bela pulseira, com muito brilho.

Nas canções, encontramos lembranças de Noel Rosa, Carmen Miranda, Dolores Duran, Maysa, Eliseth Cardoso, Clara Nunes, Araci de Almeida, Dalva de Oliveira, Nora Ney, Tom Jobim, Baden Powell, entre outros nomes.

Nas historias, vamos ouvir falar de Procópio e Dona Aida, pais de Bibi, claro, por considerar os grandes responsáveis por ter se tornado quem ela é, mas também vamos ouvir falar, alem dos artistas já citados acima, de Paulo Pontes, Gianni Ratto, Dorival Caymmi, da Rua da Quitanda, de Carmen Santos, Abigail Maia, Silvia Teles, Antonio Maria, Ronaldo Bôscoli, Maria Bethânia, Clara Nunes, Flávio Rangel, Vinicius de Moraes, e assim vai, por toda a sua vida.

BIBI, POR TODA A MINHA VIDA estreia dia 11 de novembro no Teatro Oi Casagrande, para temporada de quatro semanas, ate dia 3 de dezembro, com apresentações aos sábados as 21 hs e domingos as 19 hs.

Direção Musical e Arranjos: Flavio Mendes
Iluminação: Bibi Ferreira e Marcio Lima
Cenário: Alexandre Murucci
Produção Executiva: Cleusa Amara

Serviço
Teatro Oi Casa Grande
Av. Afranio de Melo Franco, 290. Leblon
Tel. 2511-0800
Bilheteria: de terça a domingo a partir das 15h

Todos os cartões
Não aceita cheques

Preços:
Plateia VIP        R$180,00
Camarote          R$180,00
Plateia Setor 1 R$150,00
Balcão 2             R$120,00
Balcão 3             R$100,00











Uma realização:
Montenegro e Raman
e Agnus Show


Patrocínio:
Icatu




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.

GOD


Aclamada comédia da Broadway, com versão brasileira, dirigida e estrelada por Miguel Falabella

Quando alguma coisa está errada, pode confiar: Deus toma as devidas providências. E dessa vez, o Todo-Poderoso, Rei do Universo, autor do espaço e do tempo decide vir à Terra pessoalmente... ou quase isso. Cansado dos Dez Mandamentos e de toda a incerteza que eles vêm gerando à humanidade, o criador toma forma através de Miguel Falabella para propor novas leis e esclarecer qualquer mal-entendido a seu respeito.

No espetáculo, ele e seus dois arcanjos dedicados, Miguel (Magno Bandarz) e Gabriel (Elder Gattely), respondem a algumas das questões mais profundas que têm atormentado a humanidade desde a Criação, em apenas 90 minutos. De uma forma muito particular, o Deus de Falabella vem para arrancar muitas risadas do público e desvendar os maiores segredos do universo ou, pelo menos, do Brasil. Afinal, Deus não é brasileiro?

De David Javerbaum, vencedor de Emmy Award Winner, o aclamado e premiado “GOD” fez um enorme sucesso na Broadway, sendo definido pelo jornal The New York Times como “delirantemente, divinamente engraçado". No Brasil, o espetáculo chega ao público pelas mãos de Miguel Falabella que, além de interpretar o personagem principal, assina a versão brasileira e a direção.

O altíssimo vem aos seus em uma versão bem mais “moderninha”, com direito à Bíblia em formato iPad, sabendo tudo sobre corte de gordura trans e glúten, e sem paciência para política. Dentre os mandamentos repaginados, estão “Honrarás teus filhos”, “Separar-me-ás do Estado” e “Não me dirás o que devo fazer” – todos peculiarmente muito bem explicados e fundamentados.

Depois de passar por Niterói, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas, Brasília e Porto Alegre, sendo sucesso absoluto de público, “GOD” fez sua estreia oficial e primeira grande temporada na cidade de São Paulo. A codireção é de Fernanda Chamma.

Bastidores
Desde que assistiu a “GOD” em sua versão original na Broadway, em Nova Iorque, Miguel Falabella soube que precisava trazer o espetáculo para o Brasil. O diretor ainda conferiu a versão apresentada em Portugal, estrelada por um grande amigo, antes de assinar os papeis e começar a trabalhar na adaptação brasileira.

A montagem e os ensaios aconteceram durante um mês, em São Paulo. Nesse período, Miguel se dedicou à grande quantidade de texto do personagem principal, interpretado por ele, e também a todo trabalho corporal.

Ao seu lado, esteve a coreógrafa Fernanda Chamma, que assina a codireção do espetáculo. Ela conta que recebeu com alegria o convite do diretor para essa função e que, por trabalhar há muito tempo com Falabella, os dois já têm uma grande sintonia: “São praticamente dez anos juntos. Já trabalhamos em muitos musicais, seriado e novela. A gente tem um mesmo olhar para colocar um espetáculo em cena, o nosso gosto bate. Ele me permite criar e respeita a opinião dos parceiros de criação. A gente aprende a cada dia, além de se divertir muito”.

Unindo a codireção à coreografia e movimentação de cena, Fernanda dedicou especial atenção à construção dos personagens Miguel (Magno Bandarz) e Gabriel (Elder Gattely) – os anjos que estão ao lado de Deus durante toda a peça. “Esse trabalho corporal é um diferencial da adaptação brasileira. Eu quis fazer com que o corpo desses atores se transformassem em símbolos de imagens de anjos. Os detalhes de pescoço, cabeça, mãos e cotovelos tornam-se vivos para poder dar o texto de cada um, ditar os mandamentos e fazer a ponte com o Falabella. São posições bonitas, desenhadas”, detalha a codiretora.

O cenário de Marco Pacheco traz para o palco a atmosfera celestial, com inspiração nos deuses gregos e presença de elementos como o mármore branco e as colunas jônicas. “O principal objetivo era criar uma alusão de Deus descendo do Céu à Terra, por isso a ideia da escada alta com degraus diminuindo de acordo com a altura, para criar uma profundidade. Também criamos um sofá largo e confortável para que ‘Deus’ ficasse à vontade conversando com o público”, explica o cenógrafo.

No figurino, também assinado por Marco, a inspiração para as roupas de Miguel e Gabriel veio das pinturas clássicas, onde os anjos vestiam armaduras celestiais. E não faltou a elas o lado moderno: “A armadura e as asas são fixas para facilitar a locomoção e principalmente o conforto dos anjos. A calça é de resina e eles usam tênis com aplicação de spikes. Esse figurino ficou pronto antes dos ensaios para que os atores se adaptassem à roupa e pudessem replicar a coreografia da Fernanda Chamma”, justifica Pacheco. Já o figurino de Deus o coloca no lugar completamente atual em que ele quer estar: “Esse Deus é um Deus descolado, que gosta de luzes e brilho, por isso o terno dele tem um corte moderno, diferente dos tradicionais. A gravata azul entra na paleta do cenário e relembra as cores do céu”, acrescenta.

Serviço:

Período: estreia dia 29 de setembro até 29 de outubro.
Local: Oi Casa Grande
Horários: Sexta e Sábado 21h e Domingo 18h (somente no dia 01/10 sessão as 19h)
Duração: 90 minutos
Classificação: 12 anos
Capacidade: 926 lugares
Preços dos ingressos:
Plateia VIP e Camarote R$150,00;
Plateia Setor 1 R$120,00
Balcão 2 R$90,00
Balcão 3 R$50,00

Ficha Técnica:

Texto: David Javerbaum
Versão Brasileira e direção: Miguel Falabella
Codireção: Fernanda Chamma
Produção Geral: Sandro Chaim
Cenário e Figurino: Marco Pacheco
Iluminação: Adriana Ortiz
Trilha Sonora: Leandro Lapagesse
Visagismo: Dicko Lourenço
Elenco: Miguel Falabella, Elder Gattely e Magno Bandarz
Voz em off Deus: Bruno Garcia

Transportadora Oficial: Avianca
Promoção: Globo
Realização: Aveia Cômica e Chaim Produções
Assessoria de Imprensa: Mattoni Comunicação




classificação:

duração:

Bilheteria

Telefone: (21) 2511.0800
Terças e quartas - 15h às 20h
Quintas e sextas - 15h às 21h
Sábados - 12h às 21h30
Domingos - 12h às 19h
Ingressos também pelo site Ingresso.com ( www.ingresso.com.br )
Capacidade do teatro: 926 lugares
Estacionamento Shopping Leblon: com entrada pela rua ao lado (Rua Professor Antonio Maria Teixeira). O estacionamento funciona de 7h às 24h.